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Mostrando postagens de Abril, 2015

Geraldo Cardoso vai entrar na Justiça por perdas e danos morais

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Foto: Olívia de Cássia 
Cantor e compositor está em Sergipe divulgando seu novo trabalho e ficou indignado com ação da SMCCU
Olívia de Cássia – Repórter
O cantor e compositor Geraldo Cardoso, por telefone,  lamentou a demolição de dez casas de sua propriedade; oito prontas duas só com as paredes suspensas,  localizadas entre o Ouro Preto e a Gruta de Lourdes, denominado loteamento Gruta de Lourdes. O fato aconteceu na manhã desta quarta-feira (29).
A ação aconteceu porque a Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) e a Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) avaliou que a duas casas inacabadas em construção seriam irregulares e foi erguida em uma Área de Proteção Permanente (APP). A Guarda Municipal e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) deram apoio à ação.
O engenheiro da SMCCU, Galvaci de Assis, disse na oportunidade à imprensa, que Geraldo Cardoso não respeitou as notificações nem o embargo dado pelo município, até chegar a esse ponto. O can…

Ex-funcionários da Fábrica Carmen falam de tempos áureos e buscam alternativas

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Olívia de Cássia - Repórter Primeiro Momento

Fernão Velho vivia em função da indústria e trabalhadores se sentem órfãos e sem capacitação para exercerem outra atividade

O bairro operário de Fernão Velho, um dos mais antigos de Maceió, já viveu tempos áureos, numa época em que tudo no local girava em torno das atividades da Fábrica de Fiação de Tecelagem Carmen, do Grupo Othon Bezerra de Melo. O desenvolvimento do local esteve ligado por mais de um século à fábrica, a primeira de Alagoas, fundada em 7 de março de 1857,por José Antonio de Mendonça,  Barão de Jaraguá. Fábrica de Fiação de Tecelagem Carmen, do Grupo Othon Bezerra de Melo - Fotos: Paulo Tourinho Em seguida a fábrica passou para o controle de um comendador e outros industriais ao longo da história até chegar à família de Othon Bezerra de Melo, em 1946, que se desinteressou pelo setor têxtil e a fábrica terminou fechando as portas, em 1996. A reportagem pesquisou que, ao longo desse tempo,  a fábrica Carmen chegou a uma época …

De Quebrangulo, para o Brasil, Geraldo Cardoso vai trilhando o caminho do sucesso

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Escrito por Olívia de Cássia  - Repórter- Primeiro Momento Artista participará da gravação do São João do Nordeste, que terá entrevista feita por Wesley SafadãoO Matuto de Luxo Geraldo Cardoso, natural de Quebrangulo, em Alagoas, vai trilhando seu caminho de sucesso, com simplicidade e determinação e uma carreira já consolidada nos palcos do Brasil. O artista compartilha essa alegria com o público, pela qualidade do seu trabalho e empreendimento na sua carreira. Para divulgar esse novo trabalho Geraldo Cardoso disse que está vendo pauta para lançar o DVD no Teatro Deodoro, antes do São João - Fotos Paulo Tourinho Geraldo também foi convidado pela Rede Globo, para gravar para o São João do Nordeste e a gravação acontecerá em sua casa, com Wesley Safadão, que fará a entrevista, apresentando o programa. “Estou muito feliz de ter sido escolhido aqui de Alagoas para representar o São João do Nordeste”, comenta. O artista tem shows previstos para o São João em Serra Talhada, Recife, Caruaru,…

Meu pai

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Olívia de Cássia - Jornalista
Meu pai era um homem excepcional: temeroso a Deus, justo, trabalhador e honesto. Era um homem que acordava logo de madrugada para o trabalho diário e não se furtava às adversidades do tempo. Se ainda estivesse nesse plano, teria completado 93 aninhos no dia 16 de abril, ele morreu faltando  quatro dias para completar 76 primaveras.
Quando estava em casa, ainda quando tinha saúde, seu passatempo preferido era ler a Bíblia, notícias dos jornais que eu levava para ele e ver televisão. A fora isso, as festas de Santa Maria Madalena e ir à missa eram o seu ritual preferido.
A festa ele não perdia uma noite, nem as novenas, isso quando ele ainda podia andar. Seu João também gostava de viajar a Maceió para marcar os bingos que eram feitos, que tinham como premiações carros, para angariar fundos à construção do Trapichão.
Além disso, gostava de ficar na ponte próxima à Praça Antenor de Mendonça Uchoa, para saber das novidades da política local. Meu pai era fanát…

Festa e alegria na entrega do Prêmio Braskem de Saúde e Segurança no Trabalho

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Olívia de Cássia - Repórter
Primeiro Momento

O Sindicato dos Jornalistas do Estado de Alagoas (Sindjornal); a Braskem; Ministério Público do Trabalho e Emprego (MPTbE), por intermédio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego realizaram ontem na noite deste sábado, 25, no Armazem Uzina, em Jaraguá, a cerimônia de entrega da segunda edição do Prêmio Braskem de SST – Saúde e Segurança no Trabalho. Prêmio Braskem de SST – Saúde e Segurança no Trabalho - Fotos Olívia de Cássia A festa de entrega contou com a presença de mais de 600 pessoas e mesmo sendo a segunda edição a premiação bateu recorde de inscrição: teve 77 trabalhos inscritos, superando em 42% o número de trabalhos de 2014. O jornal Tribuna Independente ficou em primeiro lugar na categoria impresso/texto, com o trabalho da jornalista Thayanne Magalhães, que teve o título: “Profissão perigo: as cinco áreas mais arriscadas para atuar em Alagoas”. Já a jornalista Ana Paula Omena,repórter do portal tribunahoje.com obteve du…

Com trinta anos de estrada e estilo eclético, Ari Persiano está fazendo divulgação do seu novo CD

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‘Olívia de Cássia - Repórter
Primeiro Momento
Com trinta anos de estrada e estilo eclético, o compositor, cantor e escritor alagoano Ari Persiano está fazendo a divulgação do seu quinto CD ‘Como o Céu e o Mar’ nas rádios alagoanas e diz que é difícil para um compositor ter um só estilo.
Além de compositor, cantor e instrumentista, Ari Persiano tem três livros escritos que falam sobre religião. Fotos Paulo Tourinho
“Ele compõe várias coisas, não foca só num estilo”, observa. O novo CD de Ari Persiano tem sete músicas, cinco autorais, uma parceria com Geraldo Cardoso e outra com Luciano Versati e ele diz que está sendo muito bem aceito, e está num bom momento. O músico observa que quando está em Maceió, toca no Francês, nas barracas de praia, nos restaurantes voltados para a praia. “À noite eu faço no píer do Hotel Enseada, lá é MPB, voz e violão”. Ele não contou à reportagem, mas andei pesquisando que é fã do cantor Benito de Paula, bisneto de imigrantes e de uma época em que “em Maceió …

PÁSSARO FERIDO

Precisa-se de um ninho Pode ser pequenino Pode ter algumas arestas Devagar se concerta Pode passar algum frio Pode proteger com as asas Pode ser alto ou baixo Não se pretende sair Não se pretende voar. Precisa-se de um ninho Para guardar o amor Do maior predador... Os tantos silêncios Que no coração Já não cabem.

(Lindair Amaral 21/04.2015)

LIMITAÇÃO

Não tenho direito a palavra!
Não tenho direito a opinião. A do outro está formada e por mais que queira explicar, você não tem razão. Não tenho direito ao silêncio! Ficar calada é abstenção dos seus direitos, é omissão e são crimes e violação de direitos. Não tenho direito de amar! Agora amar não pode. Tem que xingar, rasgar bandeiras, fazer gestos obscenos e se aproveitar das limitações alheias, ainda que sejam físicas. Não tenho direito a ter direito! Não posso ser contra e nem a favor. Qualquer coisa que diga pode ser usada contra você. E acredite, o é. Não uso a palavra para agredir, apenas para me posicionar ou trazer quando posso algum conforto. Não tenho direito de dizer que meu direito não é seu. Que o silêncio por vezes é para não magoar. Que amar independe de tuas convicções, para isso existe o diálogo. Que o direito chegou até mim depois de grandes lutas. Ter direito é simplesmente dizer que discordo ou concordo e que não quero brigar com você. Não posso ser a pessoa qu…

Baque Alagoano: tambores e ritmos que encantam

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Olivia de Cássia – Repórter  Grupo tem 40 componentes que têm a proposta de preservação da nossa cultura
O Grupo Percussivo Baque Alagoano completa oito anos hoje e surgiu a partir de uma oficina ministrada pelo músico e artesão Wilson Santos, no Cenarte, em Maceió, há sete anos. A oficina reuniu cerca de 50 pessoas de diversas idades e profissões que tinham em comum a necessidade de um espaço onde pudessem batucar e trocar ideias sobre os ritmos populares da região Nordeste como o maracatu, coco, baianas de Alagoas, bumba-meu-boi, guerreiro alagoano, entre outros.
Foto: Paulo Tourinho e Olívia de Cássia
Hoje o grupo tem 40 batuqueiros fixos e segundo Rose Mendonça, coordenadora artístico-cultural, batuqueira e cantora, nasceu com a intenção de fazer ressurgir o maracatu no Estado de Alagoas. “Inclusive a gente tem uma loa, que é uma composição de um dos sócios fundadores, que fala justamente disso”, destaca. Foto: Olívia de Cássia Rose Mendonça observa que na época da criação do grup…

Da Vila ABC, em Fernão Velho, para o mundo

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Produtos derivados do jacaré-do-papo-amarelo são vendidos no exterior

Olívia de Cássia - Repórter

Pouca gente no Estado sabe, mas Alagoas exporta produtos derivados do couro dojacaré-do-papo-amarelo, que tem o nome científico de Caiman latirostris. No Brasil não existe um clima igual ao de Alagoas para se criar jacaré: quem diz é a empresária Cristina Ruffo, que tem um criadouro localizado numa propriedade de três hectares, no bairro operário da Vila ABC, em Fernão Velho, e tem um plantel de cerca de 20 mil animais para o abate que se alimentam de proteína vegetal e animal. 

Alagoas exporta produtos derivados do couro do jacaré-do-papo-amarelo, que tem o nome científico de Caiman latirostris - Foto: Olívia de CássiaEmpresária Cristina Ruffo, que tem um criadouro localizado numa propriedade de três hectares, no bairro operário da Vila ABC, em Fernão Velho - Fotos: Paulo Tourinho e Olívia de Cássia
 O maior destaque da empresa, segundo ela, é ter um produto que sai do ovo ao produto fina…