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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Ser humano

Olívia de Cássia
Se o criador está na natureza, Por qual motivo ela é tão maltratada Pelo ser humano? Ser humano? Que humanidade é essa que Devasta florestas, dizima Outros da sua espécie, Maltrata animais, Discrimina pessoas pela Cor de sua pele e pelo seu pensar?

Geraldo Cardoso representa forrozeiros alagoanos em audiência no Ministério do Turismo

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Por Olívia de Cássia 
O Matuto de Luxo Geraldo Cardoso representou os forrozeiros alagoanos, na última quarta-feira, 17, em Brasília, em audiência com o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, que contou com a presença dos principais nomes do forró de raiz do Brasil.
Na oportunidade os forrozeiros solicitaram ao ministro a inclusão do São João no Calendário Oficial do Turismo de Inverno no Brasil e segundo Geraldo Cardoso, o encontro também serviu para mostrar algumas demandas da categoria. Os artistas também agradeceram ao ministro e pediram para que o Cadastur (cadastro de artistas direto ao Ministério) seja simplificado.
Na audiência com o ministro, Geraldo Cardoso disse que houve reclamação observando que o São João está sendo descaracterizado na região. “É importante destacar que, durante o São João, os forrozeiros de raiz estão sendo deixados de lado, em detrimento da contratação de artistas e bandas descaracterizadas”, observa o cantor.
Segundo ele, o turismo repassava valores…

Não consigo entender...

Olívia de Cássia - jornalista
Não consigo entender alguns apelos ao atraso que pessoas ditas religiosas fazem invocando a Bíblia. Às vezes o estranho comportamento vem de pessoas ditas letradas, que se deixam engabelar por conversas de aproveitadores e enganadores que usam a religião para alienar ainda mais gente que já não gosta de ler e de se informar e para se locupletarem.
 Venho me perguntando até quando essa gente vai levar esse comportamento? Será que apostam na desinformação eterna das pessoas? Opinião sem conhecimento de causa, não é muito legal, pois a gente corre o risco de ‘pecar’ por falta de aparato teórico.
As religiões às vezes alienam as pessoas de forma que elas ficam, parece-me que com a mente embotada; embora eu respeite a opinião de quem pensa diferente de mim, apesar de tudo. Parece-me um tanto quanto precipitada e alienante, fazer comparações que não têm fundamento, só porque um sujeito desinformado e ‘doido’ falou isso ou aquilo.
Não devemos misturar as cois…

Serigrafias de Carybé podem ser vistas em exposição gratuita no Sesc Centro até março

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Olívia de Cássia - Repórter

Até o dia 4 de março está aberta no Sesc-Centro, na Rua Barão de Alagoas, Maceió, para visitação, a exposição gratuita “O compadre de Ogun – Serigrafias de Carybé”. Os grupos interessados devem agendar visitação à mostra, que pode ser vista de 12h às 18h. Até o dia 4 de março está aberta no Sesc-Centro, na Rua Barão de Alagoas, Maceió, para visitação, a exposição gratuita “O compadre de Ogun – Serigrafias de Carybé”. (Fotos: Adailson Calheiros) A itinerância da mostra é uma realização do Arte Sesc, projeto de circulação cultural criado em 1981 pelo Departamento Nacional do Sesc e tem o objetivo de promover o intercâmbio cultural e democratizar o acesso de diferentes públicos à produção artística do país. O  projeto propõe divulgar a arte nas suas nuances, formas e expressões, características que sobrepõem as criações, tendo o Brasil como um celeiro cultural de diversidades e estilos.Fabrício Barros recepcionou a reportagem e deu esclarecimentos sobre o event…

Carnaval de Maceió acabou?

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Olívia de Cássia - Repórter - Tribuna Independente
De uns anos para cá, Maceió foi vendida para outros estados como cidade para descanso, em época de carnaval; uma festa que nos anos 60 e 70 era de muita animação e folia na capital alagoana, quando havia banho de mar à fantasia, mascarados nas ruas, corso, carnaval de clube e só se tocava frevo, marchinhas e músicas do autêntico período momesco. O tempo foi passando e outras formas de diversão foram surgindo, mas muitos carnavalescos reclamam que o carnaval de Maceió se reduziu às prévias, período quando saem as ruas do bairro histórico de Jaraguá, vários blocos, que tentam resgar os carnavais antigos.  Na avaliação dos estudiosos, brincar Carnaval, ontem e hoje, ainda é deixar-se levar pelas cores, pelo ritmo, pela alegria e vale qualquer coisa para ser feliz. “Carnaval é vestir-se de forma bizarra, e gaiata; é mascarar-se para surpreender e provocar risos, é dançar e pular no asfalto, acompanhando blocos, trios elétricos, carros de s…

Bloco Nêga Fulô quer fazer resgate do carnaval de rua de Maceió

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Olívia de Cássia - Repórter  O recém-criado bloco carnavalesco Nêga Fulô, sairá pela primeira vez no domingo de carnaval, 7 de fevereiro, deste ano, impreterivelmente às 15h30 e fará seu desfile até 17h, sem atraso, na rua fechada da Ponta Verde. O evento será animado pela orquestra de frevo W & K, de Marechal Deodoro, que tem 16 componentes. Segundo o idealizador do bloco e secretário de Cultura de Marechal Deodoro, Carlito Lima, certamente o público será de pessoas com mais de 50 anos. Segundo o idealizador do bloco e secretário de Cultura de Marechal Deodoro, Carlito Lima, certamente o público será de pessoas com mais de 50 anos. (Foto: Olívia de Cássia) Carlito Lima observa que o objetivo da iniciativa é fazer um resgate do verdadeiro carnaval de rua de Maceió. “De uns anos para cá, essa tradição quase acabou, pouquíssimos blocos saem às ruas no dos dias de carnaval. Nos anos 60, havia o tradicional Banho de Mar à Fantasia, no domingo anterior ao carnaval, onde os blocos fantas…